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Special Interview - Flora Camolese

A urgência de atuar, o cuidado de sentir e o pacto com o risco, transformando intensidade em narrativa, emoção em movimento e vida em personagem


fotografia por MARIA MAGALHÃES estilo por ALICE THEMUDO
fotografia por MARIA MAGALHÃES estilo por ALICE THEMUDO

Flora Camolese atua porque é inevitável. Cada resposta, cada silêncio transformado em cena, cada personagem que se torna espelho e abismo carrega essa urgência. É dessa chama que nasce a atriz que apresentamos nesta edição, que fecha o mês de setembro.


A capa que você abre agora não traduz apenas uma estética, mas um gesto: revelar uma artista que não teme a vulnerabilidade, que entende o risco como motor criativo e que transforma o silêncio em linguagem. Do palco que a formou ao set de Dona de Mim, Flora constrói uma trajetória feita de escolhas densas e verdadeiras.


Nesta entrevista, ela nos lembra que fama nunca foi destino, mas consequência, e que a arte, para ela, não é vitrine, é travessia. “Atuar não é importante para mim. Atuar é necessário para mim”, confidencia, como quem revela uma senha vital. Ela fala da relação com o risco, da entrega que cada personagem exige e da força do silêncio, que muitas vezes diz mais do que palavras.


fotografia por MARIA MAGALHÃES estilo por ALICE THEMUDO
fotografia por MARIA MAGALHÃES estilo por ALICE THEMUDO

A atuação para Flora é uma busca por verdade, uma forma de compreender o mundo e a si mesma. Cada gesto, olhar e pausa se transforma em matéria viva de cena. A vulnerabilidade é instrumento, o risco conduz, e o silêncio ilumina.


Que esta edição acompanhe você como um convite a desacelerar, a ouvir o que pulsa dentro e fora de cena e a enxergar no risco e no silêncio a beleza de existir em estado de arte. Boa leitura! Ah, e não se esqueça: o download da edição já está disponível aqui: Special Interview | Flora Camolese.

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