Josiel Konrad e o Jazz Proibidão: a revolução musical que conecta tradição e rua
- Carlos Mossmann
- 4 de ago.
- 2 min de leitura
Trombonista e cantor, Josiel Konrad transforma o Jazz Proibidão em um manifesto de liberdade sonora, unindo ritmos como funk, hip-hop e soul em uma experiência única

Quando tradição e rua se encontram, nasce algo novo, e Josiel Konrad entende isso melhor do que ninguém. Em um cenário musical frequentemente dividido, o trombonista e cantor criou o Jazz Proibidão para demonstrar que a música pode ser livre de rótulos. “Criei o Jazz Proibidão para ser, em muitos sentidos, o palco ideal para essa sonoridade, onde as fronteiras entre a tradição e a rua se dissolvem”, explica Josiel, que carrega no nome a influência de Austin, no Texas, e no coração a Austin da Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu.
Sua trajetória nunca foi convencional. Josiel transformou o trombone em um protagonista ousado, capaz de transitar entre o hip-hop, o soul e, claro, o funk carioca. Seu som é mistura, movimento e resistência. É o jazz reinventado.

Essa proposta retorna aos palcos na quarta edição do Jazz Proibidão, que será realizada na Arena Samol, na Gamboa, no dia 8 de agosto, sexta-feira, a partir das 20h30. O evento, que atraiu mais de duas mil pessoas na edição anterior, também contará com apresentações de Negrita, Luana Karoo, Glaw Nader, DJ Wagner Rasta e DJ May. A promessa é de uma noite vibrante, marcada pela fusão de ritmos e pela energia da experimentação. Para Josiel, o Jazz Proibidão é um manifesto em defesa da liberdade sonora.
“Muitas vezes, jazz e funk são vistos como universos distantes, mas o evento prova que a música brasileira é híbrida e imprevisível. Quem entende a música como um espaço de reinvenção viverá uma noite inesquecível”, afirma.









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